a ficar actualizado.
Regressei, e agora tempo de descansar e organizar. Entretanto tenho andado a postar o que já passou, como podem ver mais para baixo.
Friday, July 25, 2008
Tuesday, July 22, 2008
está um calor infernal, aqui sim tenho vontade de passar o tempo entre as ondas geladas do mar

Mesmo assim, já não se fazem verões como antigamente. Não sei se foi por ter apanhado muito calor no Oriente, aquele calor de quarenta e tal graus e humidade sem fim, que agora regresso a achar que estamos numa primavera(exagero bem sei, ao sol o calor é de assar).
Ando preguiçosa, até para me deslocar à praia. Quero estender a toalha e tenho que andar com cuidado para ver se não tropeço nos pés de alguém. Depois verdade seja dita, eu gosto de praias desertas, ou pelo menos com espaço, onde possa correr, saltar, jogar à bola, raquetes, e mergulhar , nadar sem me preocupar em dar encontrões súbitos. Surfar também nunca mais. Perdi a preparação física e andar a lutar com tantos 'ninjas' ao mesmo tempo para apanhar uma onda, prefiro nem tentar. E sinceramente cansa-me ficar estendida a torrar ao sol, por isso tenho chegado à praia quando todos já estão a deixá-la. Claro que os belos mergulhos de mar que tanto amo e que me fazem renascer, não acontecem. Porque é bonito apreciar o sol a deitar-se no horizonte, mas a água gelada no final de tarde já não apetece. Com tantos pré requisitos, realmente o melhor é aguardar, tratar o que tenho para fazer e esperar melhores dias.
Monday, July 21, 2008
Portugal e as milhentas coisas para tratar
Cheguei a Portugal e parece que desta vez é para ficar sossegada um bocadinho. Mesmo assim, não parei de dar voltinhas. Neste momento, são milhentas as coisas que tenho para tratar, mas as saudades de ficar parada a ler um livro, a estupidificar em frente a uma televisão deitada no sofá eram muitas. Há meses, muitos meses mesmo que não o fazia. Dormir sem ter horas para acordar. Sair da cama quando já não apetece mais estar deitada. Ver programas e noticiários e simplesmente não pensar no tempo que corre. Não me conheço. A maluca pela praia, agora prefere ficar em casa. É verdade, há muito tempo que não me sentia em casa, ter um tecto, um sofá e poder andar a arrastar-me pelos cantos enquanto devagar, muito devagar faço arrumações, daquelas tão profundas, que não podem ser mesmo a despachar. Quem entra aqui, pensa que me deu um acto de desespero com certeza, e que ando é em desarrumações intensas. Sim é verdade, para arrumar como deve ser, primeiro há que tirar tudo cá para fora, para que fique só o limpo e o necessário. É altura de reciclar, altura de parar e recomeçar.
Saturday, July 19, 2008
Chegámos a Milão e partimos logo no comboio em direcção rumo a Vienna
O abandono da câmara foi um processo gradual. Deixei de querer andar sempre com a câmara. São fases. Esta começou, no momento em que aterrei na Europa. Na viagem por França são poucos os registos digitais. Em Vienna, são quase nenhuns. Onde tirei mais fotos foi no fim do concerto projectado na grande tela no Parlamento, 'Vienna Music Film Festival on Rathausplatz'.
Vienna, é sem dúvida de perder o folgo, a cidade é um importante centro de música erudita muitas vezes mencionada como a Cidade dos Músicos.
Viena conta com uma particularidade arquitectónica que foi denominada Ringstrasse e foi idealizada e construída no século XIX, influenciada pelo nascente modernismo.
Viena foi a cidade natal de diversos escritores, compositores e artistas em geral, destacando-se entre eles Strauss. Dentre as figuras vienenses está, também Freud, o famoso psicanalista austríaco.
Uma das maiores catedrais góticas medievais, a Catedral de Saint Stephan (Stephansdom), um grande exemplo da arquitetura medieval que remonta ao século XI e abriga supostamente os restos mortais dos Três Reis Magos.( Na realidade os Tres Reis magos encontram-se supostamente no Kölner Dom na Alemanha e não em Viena)
Os palácios são incríveis, de porte majestoso. Viena é cortada pelo rio Danúbio, até hoje um dos maiores símbolos da cidade e de essencial importância para a economia vienense. No rio Danúbio encontra-se a Torre de Danúbio, uma torre de metal de 287 metros que abriga um restaurante rotatório com uma vista magnifica para a cidade. Um pouco fálico na minha opinião, lembra um menir gigante,mas com materiais e cultos modernos.









Vienna, é sem dúvida de perder o folgo, a cidade é um importante centro de música erudita muitas vezes mencionada como a Cidade dos Músicos.
Viena conta com uma particularidade arquitectónica que foi denominada Ringstrasse e foi idealizada e construída no século XIX, influenciada pelo nascente modernismo.
Viena foi a cidade natal de diversos escritores, compositores e artistas em geral, destacando-se entre eles Strauss. Dentre as figuras vienenses está, também Freud, o famoso psicanalista austríaco.
Uma das maiores catedrais góticas medievais, a Catedral de Saint Stephan (Stephansdom), um grande exemplo da arquitetura medieval que remonta ao século XI e abriga supostamente os restos mortais dos Três Reis Magos.( Na realidade os Tres Reis magos encontram-se supostamente no Kölner Dom na Alemanha e não em Viena)
Os palácios são incríveis, de porte majestoso. Viena é cortada pelo rio Danúbio, até hoje um dos maiores símbolos da cidade e de essencial importância para a economia vienense. No rio Danúbio encontra-se a Torre de Danúbio, uma torre de metal de 287 metros que abriga um restaurante rotatório com uma vista magnifica para a cidade. Um pouco fálico na minha opinião, lembra um menir gigante,mas com materiais e cultos modernos.









Friday, July 18, 2008
a viagem no sul de França, passagem por Italia e chegada a Austria
De Marsseille fizemos a côte-da-zur , percorremos a Riviera Francesa. Em Nice entregámos o carro, mergulhámos no mediterrâneo e seguimos de comboio até Ventimiglia, em Itália na fronteira com a França.
Em Marsseille visitamos a Unidade de habitação Le Corbusier, La Cité Radieuse (miradouro)
La Cité Radieuse, obra-prima do arquitecto Le Corbusier, é uma unidade de habitação terminada em 1952 para solucionar os problemas de habitação colectiva. Este prédio em forma de paquete urbano, construído em betão bruto sobre 34 estacas enormes, oferece uma nova prática do habitat colectivo aos seus habitantes com uma rua interior cheia de lojas, um hotel restaurante, uma escola, um ginásio e uma aérea de jogos ao ar livre, um terraço sobre o tecto… verdadeiro serviço público do habitat. O objectivo do arquitecto era de construir alojamentos individuais destinados a famílias: todos os apartamentos são em duplex com varanda, adaptados às crianças, interiores em madeira e coloridos, bem iluminados, móveis integrados que as famílias possam acomodar-se facilmente.
O terraço no telhado oferece uma vista panorâmica sobre a baía de Marseille.









A gastronomia, a paisagem, e o vinho mudaram mal entrámos no outro país.














Em Marsseille visitamos a Unidade de habitação Le Corbusier, La Cité Radieuse (miradouro)
La Cité Radieuse, obra-prima do arquitecto Le Corbusier, é uma unidade de habitação terminada em 1952 para solucionar os problemas de habitação colectiva. Este prédio em forma de paquete urbano, construído em betão bruto sobre 34 estacas enormes, oferece uma nova prática do habitat colectivo aos seus habitantes com uma rua interior cheia de lojas, um hotel restaurante, uma escola, um ginásio e uma aérea de jogos ao ar livre, um terraço sobre o tecto… verdadeiro serviço público do habitat. O objectivo do arquitecto era de construir alojamentos individuais destinados a famílias: todos os apartamentos são em duplex com varanda, adaptados às crianças, interiores em madeira e coloridos, bem iluminados, móveis integrados que as famílias possam acomodar-se facilmente.
O terraço no telhado oferece uma vista panorâmica sobre a baía de Marseille.









A gastronomia, a paisagem, e o vinho mudaram mal entrámos no outro país.














Surpresa!

Parabéns Pai.
saída de casa até ao autocarro comboio mais outro comboio mais avião mais outro avião mais carro mais metro mais outro comboio mais um carro e jantar..o pai não estava à espera.
Deixei Vienna de Austria, ou melhor saí de casa às 8h da manhã. Autocarro, seguido de um comboio e depois mais outro e estava a ver que perdia o avião. Numa corrida lá consegui. Voei até Roma, mesmo para nada, só porque Portugal fica neste cantinho da Europa fora de tudo, onde a capital tem um aeroporto com o estacionamento dos mais caros deste continente. Por isso, para arranjar uma viagem em cima da hora mais em conta, tem que se fazer estes desvios.
Outro avião de Roma até Lisboa. Depois um carro. Outro comboio, mais um carro e finalmente às 9 h da noite chego ao destino pretendido.
Bolas!! quase 12 horas em transportes, com tantas mudanças foi mais cansativo que viajar até ao outro continente.
Wednesday, July 9, 2008
Vienne, a viagem ate cá, o acaso e o festival de jazz



De Beaune por Clunny e Mâcon até Lyon.








Depois de uma viagem longa até Lyon, com ideias de passar a noite, acabámos por dar voltas e mais voltas à cidade, sentir o movimento , observar a linda Lyon sem encontrar uma vaga para dormir.
Cansados e um pouco frustrados decidimos seguir para outro destino: " Valence ou Vienne?", foi deixada a questão no ar. Vienne era mais perto e julgávamos nós uma aldeia pacata, optamos assim por Vienne.
Quando chegámos não queríamos acreditar "putz, é uma puta cidade!"
Assim como Lyon, a cidade creseu ao longo do Saône , uma ramificação do Rhône.
Os Romanos colonizaram Vienne no ano 47 AC por Júlio Cézar.
Mais tarde Vienne tornou-se capital provincial romana. São enumeras os registos de construções romanas em Vienne.




Apaixonámos nos os três de imediato por esta linda, acolhedora, agradável cidade.
Ainda mais quando nos apercebemos que estava a decorrer o grande festival anual de jazz em Vienne.
Bem instalados decidimos ficar mais tempo. Um concerto, e depois outro. Tardes em passeio, descanso, conversas, pinturas e degustações. O tempo foi passando, e muito bem, fazendo com que fosse a paragem mais prolongada da viagem.
O primeiro concerto que assistimos "Return To Forever"
com Chick Corea, Stanley Clarke, Al Di Meola, Lenny White, posso dizer que foi dos melhores concertos que assisti na vida, ou pelo menos , aquele onde senti a vibração das notas musicais penetrarem-me ao âmago do meu ser, como se o meu corpo se tivesse fundido, tornando-se de vibrações em sintonia com a música.
A chegada ao teatro antigo romano, foi uma imagem linda. Fim do dia, as bancadas cheias, finalmente calor, o sol a prepara-se para descer, o céu de tons pasteis azuis , laranja e lilás e a música começou.
No dia seguinte não resistimos e fomos a mais um concerto; Tribute To Frank Zappa
L'ENSEMBLE de Basse-Normandie
dirigida por Dominique Debart «The Big Note Frank Zappa Alchimiste»
Jean-Luc Ponty Band
Estávamos deslumbrados, principalmente o Marcelo e o Marcus que são os entendidos do Jazz e de música clássica. Eu, aprendi um pouco mais.
Estupefactos porque nunca tínhamos ouvido falar de Vienne. O Marcelo sabia deste festival, mas confundiu com Vienna, na Áustria. Isto porque
nós não vimos antes da viagem:
"This article is about the French department. Do not confuse with the Austrian capital, Vienna. For the French city, see Vienne, Isère."
Subscribe to:
Posts (Atom)

