Saturday, March 31, 2007

Macau e afins..




Dj Drummond after Galaxy turned to Face...Drummond contínua no seu best, que bom que foi dançar sem parar e como me disseram, quem não estuda não dança , quem não dança não estuda!!! ahahahahalololo, parece a cena de que quem não estuda não bebe......a curtir e a sentir a noite de Macau que como sempre foi e é única...deparei no momento de ir à casa de banho quando me cruzei com a Senhora da limpeza, por volta das 5h da manhã e,



mais uma vez me lembrei de todas as pessoas das limpezas, todos os que limpam o Planeta, os que limpam a nossa merda!!!
Ainda nos queixamos de vida difícil e complicada é esta....e aqueles que vão limpando todas as casas de banho públicas do Planeta *****???? Que fazem-no a pensar no ordenado que vão receber no final do mês, que vai ser útil para pagar as contas da casa e alimentar a família???!!!! pois e fazem-no com uma humildade digna, sem protagonismo algum, com certeza e toda a descrição e orgulho por terem um emprego honrado, um ordenado no final do mês, um trabalho honesto e modesto e que os vai sustentar e ajudar nesta luta pela sobrevivência, claro que há trabalhos muito mais fáceis, onde se lucra muito e se esgota menos; roubar, enganar, negócios ilícitos ,etc..., mas muito pouco éticos e, ainda nos queixamos nós........este mundo precisa de todos...e cada um por si a designar a sua função...porque na falta de qualquer uma delas ...ai ai sería (e é ainda por todo o lado) uma grande imundície, mas também cabe a cada um de nós fazer uma pequena parte para que determinadas profissões não sejam tão árduas e descriminadas.....obrigada a estes que se dignam de limpar toda a merda que transborda e todo o lixo que criamos...e desculpem qualquer coisinha menos agradável.....

Friday, March 30, 2007

Não te resisto!


És sempre um agradável prazer...

"True happiness comes from the joy of deeds well done, the zest of creating things new. "


Segundo a crítica novaiorquina, esta escultura traduz o mais bem resolvido e terno retrato do nascimento de uma criança como
jamais se viu!

O Beijo


Sensibilidade e força.
As formas emergem apenas em esboço, como se nascidas de um sono infinito.

Faz tanto tempo que eu não te vejo,
queria ter outra vez o teu beijo.

Thursday, March 29, 2007

O que restou..


Pedimos à Arte para reter o que é fugitivo, iluminar o que é incompreensível, dar corpo ao incomensurável, imortalizar as coisas que não duram.
John Ruskin


Uma ilha à escala de uma tela
Se há viagens que se transformam no ponto de partida para um profundo encontro com a arte, também é verdade que a arte abre caminhos para muitas peregrinações.
Desde o primeiro olhar que estas telas de Rita Portugal nos revelam a autora como uma viajante privilegiada: nas suas obras, diários de viagens, as matérias raspadas, as cores deslavadas pelo desgaste do tempo, falam-nos do encanto de um lugar onde a vida deixou marcas, onde cada muro, cada janela, cada porta, cada recanto é uma tela onde o tempo eterniza as suas memórias. Assim Rita recolhe e reajusta os efeitos do encantamento que sobre ela exercem os seres e as paisagens, as paredes de sombra onde o quotidiano grava a sua escrita.

Uma justaposição de quadrados atravessados por linhas sinuosas, ou efeitos em volume sobre placas de cor que só ocasionalmente se estruturam como um jogo abstracto. A matéria e os efeitos cromáticos, a desagregação das formas para reconstruir a revelação ao acaso das ruelas, das pracetas veladas de pó, tisnadas de sol, descoradas pelas chuvas, invadidas por musgos e ervas, possuídas por todos os rigores das estações.
Que sente esta jovem artista face ao universo que recria nas suas telas? Que mitos reproduzem as suas cores, usadas, raspadas, estaladas, cinzas e ocres, nesgas de tecidos, colagens inusitadas, papéis abandonados, telhados remendados de zinco, terras e trilhos? Que histórias conta, que luz estival ou invernosa ilumina as suas visões? Angústia de quem vive uma errância permanente, ou euforia de resgatar ao esquecimento o que é perecível?
Construção de um universo pessoal onde o silêncio é usado como meio expressivo, como essência de uma inspiração que parece provir da saudade de um certo lugar, ainda por descobrir, ao acaso de uma nova viagem.
E de novo a criatividade de Rita Portugal, artista plástica, e recicladora de imagens, partilhará as experiências do seu olhar de viajante em telas quadriculadas, como caixas onde agrupa e revela os seus tesouros efémeros.


15-9-2006
Fernanda Dias

Ruínas da ilha...


Fiquei fascinada com tamanha beleza, que apesar de parcialmente destruída, degradada, miserável e muito suja, me transmitiu a nítida percepção da magnitude do passado. Cada lugar é mágico, capaz de nos transportar a antepassados, a vivências, que não conheci mas cujos cenários a imaginação tratou de completar.
Pelo facto de praticamente não existirem janelas nem portas, há a possibilidade de entrar e admirar estes novos espaços, casas que foram ocupadas pelos que se refugiaram da guerra e que por lá permaneceram.
Sem saneamento básico, sem infra-estruturas, há como que uma fusão óbvia entre o homem e o meio, uma analogia entre duas naturezas distintas. O homem na conquista da natureza num passado, e num presente a força desta a tomar poder no seu lugar.
Casas que foram casas e hoje são ruínas. Ruínas com átrios de terra e ervas daninhas, escadarias que não levam a lugar nenhum. Paredes descascadas, pondo a nu os diferentes materiais de construção – pedras, madeiras, areias, tintas. As paredes que ainda restam, expostas, com tinta que ainda sobrevive e que se mistura com os fungos da humidade dando lugar ao musgo que se vai instalando. As cores que se alteram com o clima originando tons contrastantes, frios e quentes, provocando dégradés de ocres, verdes, ferrugem, óxidos… As raízes das árvores conquistam o terreno, rompem o chão de mosaicos característico da época e desenvolvem-se como cogumelos.
Casas em que o telhado de origem, já destruído, foi substituído por copa de árvores. Casas apalaçadas, que hoje são jardins interiores a brotarem por todos os orifícios. Janelas e portas, que perderam a sua função, restam-nos como elementos decorativos.

bzzz...bzzzz...bzzz..




Tenho me lembrado muito da minha passagem por Moçambique, não sei porquê relaciono tanto Macau e Moçambique...quando conheci Maputo sentia Macau...não sei porquê, o clima os cheiros ,a arquitectura colonial apesar de em África o ritmo ser muito lento e aqui ser demasiado apressado..apesar dos locais de lá serem castenhos e de cabelo encaracolado e aqui serem amarelos e de cabelo liso e olhos rasgados...não, não é a população que relaciono...pois não têm nada em comum.....não sei...é o ambiente, o ar.....são sensações, emoções que transportam memórias de outros tempos e destes em que vou vivendo...
hoje de madrugada, de janela aberta, acordei a coçar-me toda estava a ser devorada por melgas....vá lá ! ao menos não transportam a malária só espero que também não carreguem o Dengue.

memórias de uma ilha..


Teve início numa passagem por Moçambique, mais propriamente na Ilha de Moçambique, que, pela sua riqueza histórica, arquitectónica e toda uma beleza mística, me despertou um forte interesse de exploração plástica.
A Ilha de Moçambique, com apenas 4km de costa, foi, durante 400 anos, o maior centro mercantil marítimo intercontinental, um porto de trocas comerciais na rota da Europa para o Indico, e de fortes influências arquitectónicas arábicas, indianas e portuguesas que se misturam. Este porto de abrigo foi considerado património mundial da UNESCO em 1991.
Mosquitos por toda a parte....cuidado com eles!!
Realço os insectos, mais especificamente os mosquitos porque, embora cerca de 70 por cento da população da ilha esteja infectada com o vírus HIV, a principal causa de morte aqui é a malária. Assim, um mosquito, de sua aparência insignificante, tem um estatuto enaltecido.

Wednesday, March 28, 2007

Humidade


é tanta a humidade condensada no ar que já chove e eu a precisar de uns raios de sol para me revigorar. Se continuar assim, tenho que usar energia extra, talvez encontre um carregador ali na esquina para recarregar as baterias...

acredito


acredito em sinais.
acredito em destino.
acredito que as pessoas tenham,
todos os dias,
uma possibilidade de saber qual a melhor decisão a tomar em tudo o que fazem.

Há dois tipos de mundo: aquele com que sonhamos e aquele que é real.

Tuesday, March 27, 2007



“The mind is everything. What you think you become.”

Buddha

Faith


As dificuldades tornam sempre mais doce o sabor da Vitória!

Monday, March 26, 2007

No meu quarto...



No meu quarto fico longe
No meu quarto estou tão perto
No meu quarto apago a luz
pela sombra viajo no deserto.

No meu quarto vejo a luz
No meu quarto vibro de sonância
No meu quarto olho o lago
pela água sonho com relevância.

Travessa dos Anjos


Será que todos que por aqui passam são Anjos? Ou será que os Anjos por aqui permanecem à espera de quem os quer encontrar?
Pois, penso que serve apenas para lembrar que eles estão aí, por toda a parte, desde que os deixemos penetrar!

Sunday, March 25, 2007

Nga Tim



Na esplanada a comemorar a chegada da primavera! A tasca no Largo da Igreja em Coloane.
Como eu gosto tanto destes petiscos macaenses, o camarão tigre, as vieiras, vegetais salteados, amêijoas, mexilhões, min, o peixe cozinhado a vapor, tudo exageradamente carregado de alho e malaguetas! yamy yamy!!!!







Estados de alma...



" porque um quadro não é para ser aspirado; recuai: o odor da pintura não é são".

Rembrandt

Um vertiginoso caleidoscópio de fluxos e de imagens, que vai da potencia do teatro e do auto-retrato ao espaço interior, do barroco intensivo ou contido à explosão da luz e de sombra, do pulsar da paisagem à intemporalidade do rosto, ou do visível ao invisível da imagem, funcionando como um desafio de aura e de mistério, de puro e de impuro, de figuração e de transfiguração.

Saturday, March 24, 2007


Nesta procura compreensão pelo todo mais profundo, analiso e foco toda a minha atenção em tudo o que me envolve, desde a grande matéria ao mais ínfimo grão de areia da minha existência.

Pain is Universal................


SO IT´S HOPE !

Friday, March 23, 2007

Almeida Ribeiro



uma Avenida sempre cheia de movimento.
Almeida Ribeiro e Almirante Reis, pois não têm nada que ver um com outro, quer dizer foram ambos militares. Mas durante muito tempo trocava o nome destas duas Avenidas, uma em Macau e a outra em Lisboa, em Macau chamava Almirante Reis e quando queria referir esta chamava-lhe Almeida Ribeiro. Será que era pelo facto das suas iniciais A.R ?! Ou são os ventos de outras guerras que o AR transporta?

Afonso III


Um dos poucos lugares onde tudo se mantém na mesma desde o início, a decoração, o ambiente familiar a óptima comida portuguesa à Afonso, claro que como nada é imune ao tempo que passa, o que se altera são os anos de vida no que é matéria, esses ninguém os tira...

Poucos, mas nem que fosse só um!




Esta manifestação teve lugar no passado dia 20 de Março em frente ao Governo de Macau. Cerca de 50 manifestantes chineses que se encontram a trabalhar no território proclamavam pela autorização de residência dos seus filhos em Macau.
Pois e acho muito bem, era o que mais faltava, realmente um Governo separar os pais dos filhos, mesmo que o território esteja a ficar superlotado, quer se dizer não é!? Já bem basta quando os pais não querem saber dos seus filhos e vice-versa!!! Ora bolas !!!

Thursday, March 22, 2007

desalento


É como me sinto neste momento...

" A alma é a essência do nosso ser, e o pensamento a essência da nossa alma."

Emílio Castelar

Wednesday, March 21, 2007

Penha e miragens..





Fui passear com a minha amiga Laika pela Penha até ao miradouro. É dos poucos
sítios que se mantêm há anos. Gosto de perceber o Macau recente mas adoro caminhar por entre as ruas do antigamente. Aqui passeei vezes sem conta, aos dez, aos onze, doze, treze, catorze, quinze, dezasseis, dezassete, dezoito, dezanove, vinte, vinte e um e vinte e nove anos, com o Blitz, sozinha, com família, com amigos,com fantasmas. Aqui brinquei, corri, fugi, festejei, namorei, rabujei, chorei, me ri e celebrei! Sem contar com Coloane a Penha é dos sítios mais tranquilos em Macau, pelo menos para mim. Não há muito movimento, há verde, ouvem-se os pássaros e no silêncio oiço a voz que vem de dentro, ao longe vejo a cidade toda a decorrer. Em paz, no sossego as ideias ganham forma.

Yoga






yupiiiiié







Hoje tive a minha primeira aula de Yoga dada em chinês, foi uma experiência interessante hihihi, amanhã estou lá outra vez....

Bem Vinda Primavera!


























É urgente salvar o planeta! Está nas nossas mãos..

VAMOS PROTEJER A TERRA.











1. MUDAR AS LÂMPADAS



Substituir as lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas, que gastam cerca de um terço da energia destas e duram 20 vezes mais! São apenas menos 140 quilos de dióxido de carbono emitidos por ano.





2. REGULAR O TERMÓSTATO








Um termóstato programável com temporizador incorporado permitirá ligá-lo quando se está em casa e desligá-lo quando não se está. Ao mesmo tempo, é suficiente ajustar o termóstato dois graus para cima no Verão e dois graus para baixo no Inverno para poupar cerca de 900 quilos de dióxido de carbono por ano.





3. ESCOLHER ELECTRODOMÉSTICOS EFICIENTES



Na compra de electrodomésticos opta por equipamentos com a etiqueta Enrgy Star, que identifica os equipamentos mais eficientes em termos de energia.






4. USAR MENOS ÁGUA QUENTE











Na hora do banho, a instalação de chuveiros de caudal reduzido é uma solução ( poupa cerca de 160 quilos de dióxido de carbono por ano ). Evita lavar a roupa em água muito quente, preferindo temperaturas frias ou médias ( pouparás cerca de 230 quilos por ano). Se possível, regula o teu esquentador ou caldeira para uma temperatura inferior a 50ºC.



5. DESLIGAR APARELHOS ELÉCTRICOS QUE NÃO ESTEJAM A USO



Suspende o computador e desliga o monitor se este estiver inactivo por mais de 15min. Quando não estiveres a utilizá-lo desliga-o! Não deixes em standby televisores, aparelhagens ou leitores de vídeo e DVD, desliga-os no botão! A energia que se gasta para manter os equipamentos em standby equivale a 5% de todo o consumo doméstico e liberta para a atmosfera milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano.



6. ESTENDER A ROUPA



Num país ameno como o nosso vale a pena aproveitar o sol, sobretudo durante os meses quentes e estender a roupa para ajudar o ambiente. A poupança é de mais de 300 quilos de dióxido de carbono por ano.



7.POR FAVOR, RECICLA





Separar o lixo não é assim tão difícil. Separa os materiais recicláveis e deita-os no ecoponto mais próximo.
É uma questão de hábito. A reciclagem de metade do lixo que produzes em casa poupa mais de 1000 quilos de dióxido de carbono por ano. Evita comprar produtos com embalagens muito elaboradas, podes poupar mais de 500 kg de CO2 apenas por reduzires o teu lixo em 10%. A Terra agradece.



8. CONDUZ MENOS



Quando pensares em usar o carro para ir até à rua de baixo, pensa de novo. Os automóveis são dos principais emissores de dióxido de carbono, entre outros gases poluentes. Evita utilizar o carro com uma só pessoa, partilha a viagem com amigos ou colegas ou usa os transportes públicos (por cada 1,5 km que não conduzires pouparás meio kg de CO2). Modera a velocidade, procura não travar ou acelerar de repente. Quando decidires trocar de carro, adquire um que emita menos gases poluentes, ou mesmo um híbrido, se possível.



9. PLANTA UMA ÁRVORE



Escolhe um espaço verde e junta-lhe mais uma árvore, que irá absorver cerca de uma tonelada de dióxido de carbono durante a sua vida!






A SUBIDA DO NÍVEL DAS ÁGUAS, PROVOCADA PELO DEGELO DOS GLACIARES, PODERÁ IMPLICAR A SUBMERSÃO DE GRANDE PARTE DO CONTINENTE EUROPEU.




Nota: parece muito exaustivo e complicado, mas na verdade é uma questão de consciência e de hábito e torna-se simples! Pois eu tenho ainda que fazer algumas alterações nos meus costumes....

A Arte de Optar

Antes de decidir, há passos que se devem seguir.
A decisão certa

Em apenas dois segundos podemos tomar a melhor opção!
Esta é a teoria inovadora, defendida pelo jornalista norte-americano Malcom Gladwell no livro Blink – The Power of Thinking without Thinking.
Para Gladwelll, a decisão imediata é, muitas vezes, igual à que se chega depois de analisados os prós e os contras de forma mais demorada. Isto acontece porque o nosso cérebro guarda apenas as informações relevantes e essas são processadas de imediato. Quando se demora algum tempo a decidir as emoções já vão influenciar a escolha. Para o autor, este fenómeno não se trata de uma simples intuição, mas sim de um pensamento racional muito rápido, bastante útil em situações de stress.
No entanto, as decisões rápidas fazem com que se torne mais difícil distinguir a informação útil da acessória, exactamente o critério mais importante para a sua eficácia. É importante ter claro qual é o prazo limite para as decisões que temos de tomar: uma decisão de vida ou de morte exige uma ponderação em milésimos de segundo, uma decisão de mudança de emprego deve levar mais do que isso.

Ciclo Vicioso

Em algumas pessoas o "não fazer" é de tal forma crónico que acabam por deixar de fazer muitas coisas, com considerável penalização pessoal. Na base do adiamento estão factores como desvalorização pessoal, défice de autoconfiança, hostilidade face às tarefas e baixa tolerância à frustração.
Muitas vezes a dificuldade é estimada de forma exagerada pela própria pessoa, que por isso sente que não tem condições para a realização de tarefa, antecipando a frustração possível e adiando-a.
O perfeccionismo é outro dos inimigos da realização. criar expectativas demasiado elevadas não permite uma aproximação progressiva aos objectivos, pelo que as tarefas se tornem difíceis de cumprir e são condenadas ao adiamento.

Boicote Pessoal

Entrar num ciclo perfeccionista nas diversas áreas da vida pode tornar o adiamento crónico. mas pode-se adiar em apenas uma área, como a do trabalho, ou naquela onde se manifesta mais hostilidade face ás exigências. Se se trata de algo em que temos mais dificuldade é exactamente aí que se torna necessário investir mais tempo. Caso contrário, geram-se sentimentos como ansiedade, depressão, angustia, culpa ou vergonha, que inibem ainda mais a acção.
E sabemos que os estados psicológicos influenciam a saúde física.
Manter sempre a clareza dos objectivos e ter em mente que a autoconfiança se promove pelo esforço de acção e pela aprendizagem resultante.

Atenção às Rasteiras

Adiar porque se trabalha melhor sob pressão pode ser uma estratégia desenvolvida para evitar lidar com as dificuldades, o que só contribui para uma visão menos valorizada de nós próprios.
Pensar em prazos é útil, pois quanto mais tempo temos para as tarefas mais as eternizamos. E este é o padrão que se pode estabelecer cedo e que depois se vai mantendo ao longo da vida.

ADIAR É UM ERRO!
Estratégia:
1. Identificar os motivos
2. Iniciar a acção
3. Centrar nos benefícios da acção
4. Vencer a inércia
5. Estabelecer tempos certos
6. Post-it
7. Agendar tarefas
8. Passo a passo
9. pedir ajuda
10. Contar com recaídas

Hora de Decidir

Em cada minuto da nossa vida somos confrontados com inúmeras opções e soluções para problemas, ou estratégias possíveis para chegar onde desejamos. São as decisões que dão à vida a forma que queremos e é impossível viver sem as tomar. E mesmo quando deixamos que o tempo e as circunstancias decidam por nós, estamos a tomar uma decisão.
Cada escolha que fazemos é única, daí a necessidade de ver em cada uma destas, a sua especificidade.
Uma decisão razoável dentro do prazo é melhor do que uma boa decisão tarde demais. Adiar só será eficaz desde que tenhamos tempo para decidir, aproveitando esse facto para considerarmos todas as alternativas possíveis para nos sentirmos mais seguros na "hora H".

Razão VS Emoção

Sempre que tomamos uma decisão, a razão e a emoção entram no jogo. O ideal é que cada um de nós encontre o equilíbrio entre a racionalidade e as emoções que mais nos satisfazem enquanto indivíduos e isto só se consegue se as nossas decisões forem tomadas de forma consciente. As decisões de cabeça quente tendem a ser precipitadas.
A intuição é um poderoso instrumento na tomada de decisão, porque faz com que eliminemos as hipóteses que não precisamos de considerar ao adoptarmos uma resolução. por este motivo só vale a pena confiar nesta faculdade, se ela já nos deu boas decisões no passado, se não, é melhor ter cuidado.

Idade e Experiência


Quando se toma uma decisão errada, o melhor que temos a fazer é aprender com ela.
Olhando para trás é sempre fácil dizer o que deveríamos ter feito, mas no momento de decidir não podíamos sabê-lo, ou podíamos? a resposta a esta questão é que vai esclarecer se seremos ou não capazes de aprender com os nossos erros.
Se ainda formos a tempo ainda podemos minorar os estragos dessa decisão, se não resta-nos tentar não voltar a cometer o mesmo erro. À medida que a idade passa, aumenta um factor importante na tomada de decisão: a quantidade de informação de que dispomos. Por isso, não é de estranhar que com o passar dos anos, tomar uma decisão se torne um processo menos complexo, As pessoas já aprenderam com os resultados das decisões do passado e sabem melhor o que querem e o que valorizam e tudo isto em conjunto revela-se útil na hora de decidir.