
" porque um quadro não é para ser aspirado; recuai: o odor da pintura não é são".
Rembrandt
Um vertiginoso caleidoscópio de fluxos e de imagens, que vai da potencia do teatro e do auto-retrato ao espaço interior, do barroco intensivo ou contido à explosão da luz e de sombra, do pulsar da paisagem à intemporalidade do rosto, ou do visível ao invisível da imagem, funcionando como um desafio de aura e de mistério, de puro e de impuro, de figuração e de transfiguração.


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