

Ao longo das praias, tem uns postes com numeração, essa numeração identifica a área frequentada, a "área gay", a "área das patricinhas e dos mauricinhos", a "area dos playboys" , a "área dos intelctuais", dos poetas, e pintores, "a área cool", a "área das dondocas", a "área da elite", a "área dos manos", não é preciso mostrar qualquer tipo de identificação, esses postes ajudam a definir áreas para que cada um se rodeia com os seu semelhantes. Claro que entre tantas áreas denominadas existem as intersecções onde há de tudo um pouco.
O carioca diz mais "olá" do que "oi". O carioca cumprimenta com dois beijos o paulista com um. Muitos cariocas parecem falar português de Portugal. No Rio todos me compreendiam. A consoada foi passada em família, com bacalhau à portuguesa e peru. O jantar acompanhado de vinho tinto entre outras bebidas. Claro que segui o meu ritual, vinho tinto. Mas com quase quarenta graus não resulta muito bem, depois de beber dois copos a moleza era tal e eu só queria fechar os olhos. Começo a entender melhor porque o brasileiro bebe tanta caipirinha e cerveja, porque são bem geladinhas e despertam. Fiquei de regressar ao Rio em breve, assim espero.





























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