Thursday, June 19, 2008

Portugal, do Porto até Lisboa e o 18 de junho

Desejosa de aterrar no Porto e a querida João estava à nossa espera.
Sentia um enorme cansaço, o Jet leg e as últimas noites mal dormidas, sempre a apanhar transportes e em movimento. Cheguei em Junho e parecia um mês de Agosto de antigamente. Fazia-me confusão estar tudo tão deserto, não haver confusão nas estradas nem ver multidões. Tinha a sensação que a Europa inteira tinha emigrado. A densidade populacional de facto neste continente e a dimensão das cidades e países em nada se compara com a Ásia.
Tinha saudades do nosso céu, do nosso oceanos, dos queridos amigos e familiares, do respirar Portugal! Claro, mortinha por matar saudades de uma francesinha! Desde que chegamos à Europa que começamos a acompanhar os jogos do Euro por onde calhava. Imperiais tremoços e caracóis.





















Deixámos o Porto e fomos parando em diversos lugares que quis mostrar ao Marcelo. Parámos em Espinho, onde fomos beber um sumo à praia, seguimos para Aveiro e comprámos os famosos ovos moles de Aveiro. Fomos até à Costa Nova e rebolámos nas imensas dunas, almoçamos peixe grelhado e chocos de seguida comemos uma bolacha de chocolate e uma tripa de chocolate à moda da Costa nova, quem não conhece acho que está na altura de provar esta tentação. Já não me lembrava como as doses cá são tão abusadas.







De Aveiro seguimos para Fátima, já não tivemos tempo de ir até Óbidos. Tínhamos mesmo que ir a Fátima cumprir a promessa de acender uma velinha, promessa feita na viagem suicida da estrada que nos levou e trouxe aos Himalaias. Naquele momento, como referi num post anterior, que se regressasse com vida queria ir lá. Ainda para mais, depois de tantas visitas a lugares espirituais e de contacto com tantas religiões diferentes queria que o Marcelo conhecesse o Santuário de Nossa senhora de Fátima.
















Chegámos a Lisboa onde vim celebrar mais um aniversário com alguns amigos e familiares.




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