Sunday, September 28, 2008



A- vida -não- é-para-ser-evitada-mas-sim-vivida-A-vida-são-dois-dias-Mais-vale-tarde-do-que-nunca-Acredita-sempre-Parar-é-morrer-Há-males-que-vêm-por-bem-Não-deixes-para-amanhã-o-que-podes-fazer-hoje-Não-digas-nunca-Vive-um dia-de-cada-vez-Vive-cada-dia-como-se-fosse-o-ultimo-Amanhã-é-outro-dia-Todos-os-principios-são-dificeis-Se-não-gostares-de-ti-quem-gostará?-Quem-espera-sempre-alcança-Mais-vale-rir-do-que-chorar-A-vida-é-dura-para-quem-é-mole-Vive-com-intensidade-e-busca-a-serenidade-Vive-com-paixão-Segue-os-teus-sonhos-e-vive-os-com-determinação-Enfrenta-os-teus-medos-e-encontra-os-teus-limites-Nunca-desistas-de-uma-hora-para-outra-tudo-pode-mudar-para-melhor-O-universo-é-nosso-ele-não-é-estreito-nem-limita-a-nossa-liberdade-E-por-aí-fora-sem-parar--------

São estes clichés de filosofia barata, estas máximas que estão-me sempre a martelar a cabeça. Podem ser clichés, podem ser banalidades, filosofia vazia mas a mim dão-me um combustível para continuar imparável sem medo de arriscar, com coragem de enfrentar os desafios sem querer viver uma vida onde está sempre tudo sob controlo, onde tudo passa e pouco nos toca. Sim arriscar, sentir os batimentos cardíacos, o sangue que corre nas veias a latejar, a mente a ter que ser mais desafiadora do que qualquer desafio.
Recuperei deste meu ultimo verão enfadonho do mau estar. Só há uma coisa que realmente nos impede de avançar é a saúde, ou melhor a falta dela.

Quando olho para esta imagem e observo a mais pequenina que ali está ser eu própria, o facto te ter sido a primeira a saltar para a água, um night dive na Austrália repleto de tubarões(calma, inofensivos, dos que não são perigosos, não sou louca inconsciente a esse ponto!), penso :é mesmo isto...aquele salto para o escuro, para o misterioso, para o desconhecido. São momentos desses e com este espírito que encaro a vida, o que me faz sentir viva. Aqui é literalmente um salto para o escuro, mas é assim que lido com as coisas mesmo quando não aparentam este perigo, é sentir a adrenalina e perceber como reajo com cada situação.

Devo dizer que desde sempre tive uma fobia, os tubarões. Para mim, este foi dos passos mais importantes que dei, sinto que com isto superei a minha fobia. O primeiro foi de facto começar a mergulhar em mares onde sabia que podia ter um encontro imediato com um dos maiores predadores. Mas este salto na escuridão , estar lá em baixo, não ver nada, apenas onde o foco da lanterna apontava, ver sete tubarões à nossa volta, foi das maiores provas que já superei. São estas atitudes que me fazem continuar, enfrentar os meus medos , os meus limites e continuar a ter coragem. Por isso, seja lá filosofia de atirar pela janela e clichés que o mundo já esta cansado de ouvir, eu continuo a querer agarrar-me a eles, de certa forma encorajam-me!

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