








Considerada a mais movimentada das ruas da cidade de São Paulo - principalmente em feriados prolongados, onde circula até 1 milhão de pessoas -, a Rua 25 de Março tem vida própria. Além disso, as suas adjacências completam o "verdadeiro centro de negócios". Atraído pelo número de lojas, ofertas no atacado e no varejo, e pelas variedades de produtos de qualidade, o consumidor já sabe o endereço certo.
Ao longo dos seus 2.500 metros, onde começa sob a avenida Rangel Pestana e termina na esquina da rua Paula Souza, próximo a estação de Metro Luz, se encontra de tudo. Com preços atraentes, o consumidor pode escolher uma gama de produtos seja do que for.
Confesso que é a loucura total. Não, não me perdi no consumismo, até porque esta rua lembrou-me muito as ruas movimentadas das zonas comerciais na Ásia. Apesar de na minha mala quase nada ter vindo e de estar aqui com o básico. A confusão era tal e a vontade de fazer compras era quase nenhuma. E depois para quê comprar tanta coisa se no final acabo por nunca poder transportar nada comigo e ser obrigada a abandonar todos os pertences? Que cada vez estão mais espalhados por mais casas, cidades, países, continentes. E mais do que tudo, na sua maioria, as coisas da 25 de Março são Made in China, ou Índia, ou Nepal.
De 10 em 10 minutos a policia anda atrás dos vendedores ambulantes ilegais, ainda torna a rua mais confusa, dinâmica, maluca sei lá..
"É verdade que a estrutura para compras está bem longe de ser confortável. As festas de final de ano chegam a atrair mais de um milhão de pessoas num único dia, camelôs ilegais ainda invadem as calçadas (e até a própria rua), a maioria das lojas é apertadinha, não há espaços para descansar ou refrescar-se e a chance de levar ao menos uma sacolada na cabeça é altíssima. Mas os preços até 60% mais baratos em comparação aos dos shoppings valem qualquer sacrifício.
Campeões de venda da 25 de março, os eletrônicos, as fantasias e os games estão por toda parte. Ainda assim, não faltam opções para agradar as mulheres de plantão. Peças de praia, lingeries, bolsas e acessórios também estão nos estabelecimentos de lá, acompanham as tendências da moda e são, sim, de qualidade. Exemplo disso é que conhecida loja étnica Katmandu, especializada em artigos para decoração, vestuário e bijuterias, importados do sudoeste asiático ou produzidos no país.
Por lá, é possível encontrar batas de estilo indiano (R$ 35,00), baby-looks estampadas (R$ 25,00), cintos de pedrarias de Bali (R$ 78,00), além de colares e pulseiras vindos direto do Tibet, que custam entre R$ 20,00 e R$ 140,00. Destaque também para os kits de massagem (R$ 27,00), com sabonete, óleos, sais, massageador, toalhinha e vela aromática, ou os simpáticos móbiles em formato de elefante (R$ 15,00).
Escondida num predinho na Rua Ladeira Porto Geral, esquina com a 25 de Março, a Releh Bijoux também merece uma visita. É impossível sair de lá sem levar ao menos uma das muitas opções de colares, pulseiras, tiaras, braceletes e brincos, feitos de diversas matérias-primas (como madeira, cristais, vidrilho a acrílico) e em modelos para todos os gostos. A loja têm preços entre R$ 5,00 e R$ 20,00. Os calores que contam com uma grande pedra de "cristal", tão usados atualmente, podem sair por R$ 6,50. A moda navy também tem destaque por lá. Colares e brincos com diversas pedras de acrílico nas cores azul e vermelho custam R$ 6,50."


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